Notícias Nacionais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A 5 de novembro a Igreja Adventista foi citada indevidamente em pelo menos um órgão de comunicação social. Na notícia pode ler-se que um "Diácono Adventista" foi condenado por crimes provados relacionados com pedofilia e abuso de menores, o que leva a União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia a esclarecer os factos, no seu sítio oficial e exercendo perante o jornal em causa o seu direito de resposta, como segue:

“”- Ao tomar conhecimento, através dos familiares das vítimas, dos acontecimentos que se vieram posteriormente a provar em julgamento, a Igreja Adventista de Viseu aconselhou a apresentação imediata de queixa contra a pessoa em causa, acompanhando estes seus membros da melhor forma que lhe foi possível e requerido. 

- Na mesma altura, a Igreja Adventista de Viseu tomou a iniciativa de desagregar, através do voto dos membros desta sua comunidade, o seu antigo membro, agora condenado, pelo seu comportamento em total oposição com os princípios morais da Igreja.

- A Igreja Adventista do Sétimo Dia lamenta que a peça jornalística publicada tenha julgado relevante divulgar que o cidadão condenado fosse à época membro desta denominação, mas não a divulgação de que já não o é desde a revelação dos seus atos, que em nada envolvem esta denominação e que esta veementemente repudia.

- Esta Igreja deseja ainda lamentar e repudiar o tratamento jornalístico desta peça, que, descrevendo de forma minuciosa os atos repreensíveis de ofensas e abusos sexuais, expõe despudoradamente a intimidade das crianças e das suas famílias, facilmente identificáveis no seio da sua comunidade, reserva que os familiares tentaram manter independentemente do processo legal.""

A Igreja Adventista do Sétimo Dia lamenta ter-se visto envolvida num caso que em nada lhe respeita, sendo-o somente pelo modo como a notícia foi publicada, lamentando ainda ter de se pronunciar sobre ele, apesar de profundo respeito, solidariedade e acompanhamento cristão que as crianças vítimas e os seus familiares lhe merecem. 

 

Paulo Sérgio Macedo

Diretor de Liberdade Religiosa e Assuntos Públicos